• Blockquote

    Mauris eu wisi. Ut ante ui, aliquet neccon non, accumsan sit amet, lectus. Mauris et mauris duis sed assa id mauris.

  • Duis non justo nec auge

    Mauris eu wisi. Ut ante ui, aliquet neccon non, accumsan sit amet, lectus. Mauris et mauris duis sed assa id mauris.

  • Vicaris Vacanti Vestibulum

    Mauris eu wisi. Ut ante ui, aliquet neccon non, accumsan sit amet, lectus. Mauris et mauris duis sed assa id mauris.

  • Vicaris Vacanti Vestibulum

    Mauris eu wisi. Ut ante ui, aliquet neccon non, accumsan sit amet, lectus. Mauris et mauris duis sed assa id mauris.

  • Vicaris Vacanti Vestibulum

    Mauris eu wisi. Ut ante ui, aliquet neccon non, accumsan sit amet, lectus. Mauris et mauris duis sed assa id mauris.

Guinomo Doido em: Preparação para o carnaval (Piadas)

Amigo no Hospital

Dois amigos se encontram:

- Você sabia que o Arnaldo está hospitalizado? - comenta um deles - O cara tá mal, parece que nem dá pra reconhecer direito...

- Não pode ser! - disse o outro, aflito - Ainda ontem eu vi o Arnaldo num baile de carnaval, dançando com uma loira deliciosa!

- Pois é, a mulher dele também viu!



O Seqüestro

No Rio de Janeiro, um bando de assaltantes entra num baile de carnaval onde estão muitas personalidades. Achando que vão poder arrecadar muito mais se fizerem alguns reféns, eles agarram o Lula, o Latino e o Ronaldinho e mandam o recado à imprensa que querem um milhão de resgate.

Só que as negociações não levam a nada. Eles tinham prometido matar os reféns se o pedido não fosse atendido, e eles não vêem outra alternativa senão cumprir o prometido. Eles avisam os reféns que serão mortos, mas que seria concedido a cada um deles um último desejo.

Lula diz que tinha preparado um discurso de cerca de três horas para ler na festa e não gostaria de morrer sem antes declamar sua obra-prima. Os assaltantes dizem que vão atender seu desejo, e perguntam ao Latino qual será o dele.

- Eu estava para apresentar meu CD inédito na festa, e iria cantar as 14 músicas. Eu não gostaria de morrer sem cantá-las uma única vez!

Os assaltantes dizem que concordam com isso também e perguntam ao Ronaldinho qual é o desejo dele. O dentuço responde:

- Olha, se vocês não se importam, eu gostaria muito de ser o primeiro a ser morto!



Indo para o Sambódromo

O português vinha que nem louco andando pela contra-mão. Até que um guarda de trânsito o parou:

— Onde o senhor pensa que está indo?

— Ora pois, seu guarda. Eu estava indo para o sambódromo, mas acho que mudei de idéia. Já está todo mundo voltando!



Trio Elétrico

Você saber por que o trio elétrico não deu certo em Portugal?

- Porque nos primeiros 100 metros a tomada soltou...

Guinomo Doido em: Querido Papai Noel

Mostrando como uma decepção natalina pode afetar uma criança ^^ EEeee...
Explicando porquê nosso amiguinho Sadan é o menino bom que ele é :)

Publicidade

Com um jeito irreverente e um lay fantástico o Blog Crying a Dream traz sempre bom humor e novidades. Vendo a vida de um outro jeito e com outros motivos. Então se você esta afim de ler algo com boa qualidade e se surpreendente entre agora no Blog Crying a Dream garanto que ira gostar.
Para entrar clik na Imagem

Guinomo Doido em: O encontro de Xereta e Juninho

O encontro de Xereta e Juninho

Xereta era um ratinho muito bonitinho que vivia pra lá e pra cá atrás de comida. Juninho era um menino que estava passando por um momento difícil.
Xereta vivia se metendo em confusão e fugindo de seu maior temor, o gato Lucy.
Juninho sempre estava brincando, mas andava triste, pois tinha ganhado um irmãozinho e não estava conseguindo aceitar a idéia de ter que dividir tudo com ele.
Um dia Xereta voltava de mais uma de suas jornadas quando se deparou com uma ratoeira. Xereta tentou resistir, mas seus instintos foram mais fortes e ele acabou indo em direção da ratoeira e claro, foi pego. Xereta se esperneava e se retorcia achando que aquele era seu fim.
Foi nesse momento que Juninho passava triste e cabisbaixo pelo cômodo e viu Xereta naquela situação de vida ou morte.
Juninho não pensou duas vezes e rapidamente soltou Xereta. No mesmo instante Xereta Saltou e saio correndo em direção a um vão que avia na parede. Juninho ficou triste, porem orgulhoso por ter salvado o ratinho até então sem nome.
Passado alguns minutos Xereta se recuperou do susto e foi até o local onde estava a ratoeira, mas Juninho não estava mais lá. Xereta rapidamente se lembrou que naquela casa morava um garoto e que seu salvador deveria ser ele. Se demoras Xereta entrou novamente pelo vão e se dirigiu para o quarto do garoto. Chegando ao quarto de Juninho ele percebeu que ali não havia ninguém. Nesse momento Xereta subiu a parede e sentou-se na janela.
Foi nesse momento que viu que logo ao lado existia uma enorme árvore e que em cima dessa árvore avia uma casinha de madeira. Xereta muito esperto decidiu procurar o menino naquela casinha.
Ao chegar ao topo da grande árvore Xereta ouviu um som de choro, era Juninho.
De vagarinho Xereta se aproximou do menino, mas ates de chegar perto Juninho levantou seu rosto e viu o ratinho. Xereta ficou tremulo, mas pra sua surpresa Juninho abriu um enorme sorriso.
Juninho percebeu que aquele era o mesmo ratinho, então estendeu sua mão e deixou que xereta nela.
_Como é seu nome?
_Meu nome é Xereta e o seu?
_O meu é Juninho.
_Obrigado por salvar minha vida.
_Há, não foi nada.
_Por que você estava chorando?
_Porque minha mãe me arrumou um irmãozinho e agora ninguém mais me quer.
_Como assim?
_Minha mão teve mais um bebê e agora ele ta no meu lugar e ta pegando tudo que é meu.
_Há eu sei como é. Quando eu era novinho eu tinha 10 irmãozinhos.
_10?
_Isso 10, e eu tinha que dividir tudo com eles. Eu também não gostava da idéia.
_E ai o que você fez?
_Eu cresci.
_E ai?
_Fui rodar o bairro, conheci uma ratinha e acabei aqui na sua casa.
_Nossa. E você foi sozinho?
_Fui, enfrentei gatos, ratoeiras, passei fome e em muitas vezes quase morri.
_Nossa! Que coragem.
_E você porque esta aqui e não em seu quarto?
_Eu não vou mais ficar lá! Vou fazer como você. Vou embora!
_Calma Juninho as coisas não são assim.
_Desculpa Xereta, mas se você que é um ratinho conseguiu eu também consigo.
_Mas porque você quer ir embora?
_Porque aqui eu não tenho mais ninguém.
_Olha agora você tem a mim.
Nesse momento Juninho olhou para os pequenos olhos de Xereta e sorrio.
Os dois ficaram ali por horas. A noite chegou e a mão de Juninho o chamou para tomar banho e jantar.
Juninho colocou seu mais novo amigo em um de seus bolsos e entrou para sua casa. E esse foi o inicio de uma grande amizade e com certeza não o fim dessa história.

By: Guinomo Mestre

Guinomo Doido em: Xereta e o café da manhã


Xereta e o café da manhã

Oi meu nome é Xereta, moro em uma casa grande e confortável, mora aqui há 2 anos e vivo muito feliz. Mas viver aqui não é fácil, corro muitos riscos e esses riscos me perseguem sempre, dês do momento em que acordo até a hora em que durmo. Para que você entenda melhor vou lhe contar uma historia, um episódio que ocorreu esses dias comigo.
Acordei como sempre, com muita fome, passei em uma focinha de água para me lavar e segui em minha jornada.
Sai de mancinho e fui até a porta de minha casa. Olhei para os lados e como não avistei ninguém sai de mancinho, caminhei pela sala com muito cuidado, pois ali avia duas pessoas, mas elas estavam entretidas com a televisão e não me viram. Ufa!
Segui com minha jornada e parti para sala de jantar, lá não avia ninguém, por um segundinho achei que podia ficar calmo, senti um frio na barriga, achei que era fome, mas. Não! Era meu sexto sentido dizendo que ai vinha Ele, o pior dos monstros, o mais temido, mau e insaciável . Ele veio farejando e farejando e eu estava ali no meio da sala de jantar. Foi quando avistei uma caixa de sapatos e “Zump” corri para dentro dela, mas ele ainda estava vindo em minha direção. Eu não sabia o que fazer, ele estava muito perto, eu já começava a fazer minha oração, quando de repente, uma doce voz chamou pelo terrível monstro, ela dizia a ele que seu leite estava pronto. Ele deu um rosnado olhou para a caixa e depois seguiu para a varanda tomar seu leite. Ufá!
Mais uma vez segui com minha jornada, minha barriga agora roncava, eu estava com muita fome, quase estava sem forças.
Foi quando cheguei à porta da cozinha e vi.Nossa!
Por um segundo pensei ter morrido e estar no céu. Mas não, aquilo era real, eu sentia aquele delicioso cheiro. Meu Deus! Era muito bom. Mas havia um problema, ele estava em um lugar muito alto, onde a vista quase não chegava.
Eu me vi em um dilema. Procurar outra refeição ou me aventurar em busca daquela suculenta visão. Depois de pensar, decidi me aventurar. Olhei para os lados e vi que avia um fio estendido que vinha do topo da mesa até o chão, era o fio da batedeira. Não pensei duas vezes e subi nele correndo.
Era muito alto e eu estava sem forças, mas a corarem e a fome me inspiravam a continuar. Foi ai que percebia que já chegava ao topo. Quando me vi em cima daquela mesa quase não acreditava, eu estava ali e aquele delicioso pedaço de queijo também, mas eu tinha que ser rápido, antes que aquela temível criatura sentisse minha presença.
Em poucos minutos já tinha devorado quase todo queijo, mas eu tinha que levar algo para as crianças e para minha esposa, peguei um guardanapo de papel que avia ali e embrulhei um bom pedaço de queijo e me aprontei.
Muito bem, eu consegui chegar a meu destino, me alimentei e arrumei algo para minha família comer. Mas agora era hora de voltar e a viagem não seria fácil, mas isso já é uma outra historia.

Ps: E ainda dizem que ser rato é coisa fácil.